A venda de seguros de grandes riscos, planos de saúde corporativos e frotas é um dos mercados mais competitivos do B2B. O vendedor de seguros não vende um produto físico; ele vende uma promessa de proteção e uma gestão de sinistros. A complexidade técnica do produto exige um profissional que seja metade advogado, metade financeiro e 100% vendedor.
Diferenciando o Corretor de Varejo do Executivo Corporativo
Muitas corretoras cometem o erro de promover vendedores de seguros de automóveis (varejo) para a área de Benefícios e Grandes Riscos. A dinâmica é oposta. No corporativo, o interlocutor é o CFO ou o Diretor de RH, que exigem análises de sinistralidade e modelos de coparticipação. O vendedor precisa de ter o que o Zui Analytics mapeia como inteligência tática avançada para não ser esmagado pela burocracia das licitações.
O Fator Resiliência na Corretagem de Seguros
O ciclo de renovação anual e a entrada constante de novos concorrentes exigem que o executivo de seguros tenha uma defesa de carteira agressiva. O mapeamento do DNA comercial permite identificar quem tem a resiliência para manter contas abertas sob ataque de preços baixos e quem tem a “Gana” para abrir novos mercados em setores industriais pesados.
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